sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Crescendo muito rápido...




Minha princesa tá cada dia mais linda e esperta!
No meu 4º mes eu...

* Tomei muitos banhos com o papai.
* Fui a Cabo Frio pela primeira vez e conheci minha bisa.
* Já sei fazer carinho.
* Imito o carro de vovô com a boca - brumbrum -, preciso filmar porque é a coisa mais gostosa!
* Me sinto mocinha e não gosto mais de ficar deitada, é só sentadinha!
* Rolo e mudo de posição várias vezes na cama.
* Já perdi todos meus macacões e calças de pézinho. :(
* Tô muito gostosa e ganho muitas mordidas de mamãe e papai!

domingo, 16 de setembro de 2012

bú!


meeeega sem tempo de vir aqui poxa :/
essa semana tenho que conseguir vir fazer o post do 4º mes da minha princesa, completos no dia 13, e contar as sapequices dela, rs.

beijooo ♥

domingo, 2 de setembro de 2012

O dilema da chupeta...

Desde quando Lorenza nasceu foi uma luta aqui em casa com as chupetas, de primeiro ela não iria chupar chupeta, e todo mundo foi a favor dessa decisão tomada pelo papai, mas quando ela nasceu mudamos rapidinho de idéia quando vimos que ela começou a chupar dedo e chorar incontrolávelmente. Então nós demos uma do mesmo modelo dessa:

(imagem google)

Ela tem o bico bem pequenininho e delicado, própria pra recém nascidos. Só que a dona Lorenza não curtiu muito e jogava a chupeta fora rapidinho. Então a vó Nice, foi lá e comprou uma chupeta enorme, que é a dita cuja que ela não larga e chupa até hoje rs. Esse modelo:
(imagem google)

Ela simplismente amou e ficava quietinha com ela. Gente, juro que não entrava na minha cabeça como Lorenza podia gostar de uma chupeta assim, enorme, que ia quase na gargantinha dela, além disso ainda tapa quase que o rostinho dela todo. E detalhe né, que sempre tem um pra perguntar "essa chupeta não é muito grande pra ela?" CLARO QUE É! Mas o que eu posso fazer? :/ Aqui em casa todo mundo apelidou a chupeta de bolotão da Lorenza, kkkkk. Mas então fui eu comprar aquela chupeta do bico achatado que é ortodôntica, 0-6 meses, tudo bonitinho e tal..

(imagem google)

(fotos dos raros momentos que Lorenza pega a chupeta)

A mãe doida aqui ainda foi e comprou de duas cores que era pra combinar com a roupinha (abafa rs), e adivinhem? Ela não pega a chupeta, não gosta! E eu juro que não queria que ela continuasse com a outra chupeta porque prejudica bem mais a dentição. :/
Help me? rs
Alguém aí já passou por isso? E será que é neurose de cabeça de mãe super protetora?

mimimi :(





quinta-feira, 30 de agosto de 2012

fikdik :)



Olá mamães, como estamos? Eu e minha boneca estamos ótimas, Lorenza cada dia mais sapeca e linda (maecoruja.com). Hoje eu vim com uma dica bem legal aqui para as mamães de meninas, como reaproveitar aquela roupinha batida que não serve mais e que não tem como doar. Bom, um casaquinho de plush da Lorenza infelizmente mofou, eu fiz de tudo e mais um pouco pra tirar o mofo, mas realmente não saiu. E como eu não gosto de dar roupa muito batida, eu resolvi reaproveitar o casaquinho e fazer uma faixinha de cabelo pra minha princesa. (segue a foto)


Fofa, né? Poisé, e muito fácil de fazer, o efeitezinho de cima nada mais é do que dois fuxicos, e pra arrematar coloquei um botão que também era do casaquinho. Fiquei feliz do casaquinho ter uma utilidade, já que ele ia pro lixo infelizmente :(' Lembrando que o plush é bem molinho e flexível, não machuca a cabeçinha.
Bom, é isso mamães um beeeijo e um ótimo restinho de semana pra todas nós!

domingo, 26 de agosto de 2012

Vale a pena ler...

Esses dias "passeando" pelos blogs das outras mamães, eu achei esse lindo texto e resolvi compartilhar aqui. Ele passa uma mensagem linda, e muita verdade... Fala do amadurecimento de quando se torna mãe, da dor e da delícia da maternidade, vale a pena ler!

“(…) Sabe, a chegada de um filho é uma transformação imensa na vida. Do primeiro filho, especialmente. Durante a gravidez, a gente imagina mas não dimensiona totalmente como a nossa vida vai mudar quando aquela pessoinha chegar do lado de fora. Aí o bebê chega, e tudo vira de ponta cabeça. A gente já não é mais o centro das atenções como era quando o bebê estava do lado de dentro, a gente tem saudades da barriga e da plenitude da gravidez, que é um momento que a gente se sente tão inteira, e o cansaço vem com tudo, o bebê acorda e acorda e acorda, chora, chora e chora, e a gente tem vontade de gritar de cansaço e se culpa porque afinal de contas como pode não ser 100% feliz com aquele bebê lindo saudável gostoso tudibom ali do lado né? Mas é flor, é assim. Somos humanas, somos contraditórias e cabe tudo dentro do peito. As vezes é assim mesmo, tudo ao mesmo tempo agora. Eu me lembro que quando as meninas eram pitiquinhas muitas vezes eu me fechei no banheiro e chorei, chorei de lavar a alma, de soluçar. Chorei porque tinha saudades de dormir a noite inteira, porque queria ser dona da minha vida de novo e escolher que hora ia comer e tomar banho sem ouvir um chorinho do lado de fora, chorei porque me sentia uma porcaria de mãe por estar chorando quando devia estar cheirando e curtindo minhas bebês. Chorei sem nem saber porque. Eu acho que esse sentimento é legítimo, é intenso, e a gente tem o direito de viver. Ter um filho, acolhê-lo nesse mundo, é uma transformação. E transformação dói, pq pra se transformar a gente precisa deixar-se morrer um pouquinho. Uma pessoa que você foi está morrendo pra dar lugar a uma nova pessoa que está chegando. E você tem todo o direito de chorar a perda dessa pessoa. Mas não se esqueça que a nova que está vindo aí será sem dúvidas uma pessoa mais forte, mais apaixonada pela vida, mais consciente, mais safa, mais segura, mais entregue, mais determinada e mais um montão de coisas que os filhotes trazem de presente pra gente quando chegam ao mundo. Crescer dói, flor. E a gente cresce um bocado quando vira mãe. E dói, mas é bom. Porque é como se a gente crescesse pra ser um pouquinho mais do que a gente pode ser, entende? É como se os filhos alargassem os nossos horizontes, fizessem a gente descobrir um tanto de coisas que a gente pode, que a gente é, e nem sabia. Eles fazem a gente melhor. Porque quando eles estão aí, a gente quer ser pra eles tudo o que puder ser, pq eles merecem isso e muito mais. E sabe de uma coisa? Eles crescem. Tão rápido, tão. Esses primeiros dias são tão cheios de transformação que às vezes a gente se sente meio esmagada, pensando que nunca mais vai ter a vida de volta, que nunca mais vai ter um tempo pra ser só a gente mesmo, sem ser mãe. Dá um desespero inconfesso lá no fundo do peito de pensar que aquele serzinho vai ser sempre tão dependente, tão grudado, tão precisado da gente pra tudo. E a gente, onde fica? Mas a gente redescobre o nosso espaço, isso vem com o tempo. Eles crescem tão rápido, muito mais rápido do que a gente está preparado para aceitar. Quando a gente menos espera, aquele bebezinho que só chorava e mamava e tantas vezes não aceitava outro colo que não o nosso cria outros laços, descobre o mundo do lado de fora, quer explorar, desvendar. E aí a gente fica do lado de cá com o tempo embrulhadinho pra presente, pra fazer o que quiser com ele. Então vem o aprendizado de novo, a gente saber voltar a ser só a gente. A vida dos pequenos é feita de fases. Umas são mais exigentes e a gente leva mais tempo pra se acostumar. Outras a gente se adapta rapidinho. Mas o melhor de tudo é que todas elas dão uma saudade imensa quando a gente olha pra trás. Eu sei que nesse começo a roda-viva é tanta que a gente sente mesmo como se eles sugassem a gente todinho, sem deixar nada. E eles sugam, mesmo. Mas devolvem depois. Uma imensidão de alegria e aprendizado e colorido que nem que a gente quisesse dava pra retribuir. Chora, flor. Chora tudo o que quiser, pede abraço, pede colo, pede ajuda. Tudo isso é direito teu. Teu e dela, porque vocês vão passar por isso juntas. E tudo isso vai fazer parte do caminho lindo que vocês estão começando a caminhar, de mãos dadas. E vai te acostumando com esse aperto no peito, insistente, porque é assim: a gente ama tanto que dói. E vai doer pra vida inteira, mas é uma dor boa. É uma dor de vida, de amar por inteiro. É dor de inteireza.”

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Toda sorriso...


Lorenza com 3 meses e 1 semana, soltando altas gargalhadinhas, coisa mais linda!

1º de agosto, conheci minha vó Cira! :)


Por causa da distância e do trabalho demorou um pouquinho pra Vó cira vir ver a netinha, mas depois que viu não queria desgrudar mais, hahaha.. acho que é "mal" de vó essa coisa de ser babona, rs. Titio Rafael veio junto, mas ele já conhecia Lorenza. Foi uma semana ótima e super agradável, a Cira trouxe várias fotos de quando o papai Daniel era bebê, e ficou todo mundo meio "bobo" porque é simplismente a Lorenza vestida de menino :O' o que vocês acham? rs


Só pra deixar registrado mesmo, porque quando minha pequena crescer eu quero que ela leia cada linha desse blog e veja o quanto é amada por todos! E que Vó Cira venha mais vezes nos ver! :)

sexta-feira, 21 de setembro de 2012


Crescendo muito rápido...

1



Minha princesa tá cada dia mais linda e esperta!
No meu 4º mes eu...

* Tomei muitos banhos com o papai.
* Fui a Cabo Frio pela primeira vez e conheci minha bisa.
* Já sei fazer carinho.
* Imito o carro de vovô com a boca - brumbrum -, preciso filmar porque é a coisa mais gostosa!
* Me sinto mocinha e não gosto mais de ficar deitada, é só sentadinha!
* Rolo e mudo de posição várias vezes na cama.
* Já perdi todos meus macacões e calças de pézinho. :(
* Tô muito gostosa e ganho muitas mordidas de mamãe e papai!

domingo, 16 de setembro de 2012


bú!

2

meeeega sem tempo de vir aqui poxa :/
essa semana tenho que conseguir vir fazer o post do 4º mes da minha princesa, completos no dia 13, e contar as sapequices dela, rs.

beijooo ♥

domingo, 2 de setembro de 2012


O dilema da chupeta...

8
Desde quando Lorenza nasceu foi uma luta aqui em casa com as chupetas, de primeiro ela não iria chupar chupeta, e todo mundo foi a favor dessa decisão tomada pelo papai, mas quando ela nasceu mudamos rapidinho de idéia quando vimos que ela começou a chupar dedo e chorar incontrolávelmente. Então nós demos uma do mesmo modelo dessa:

(imagem google)

Ela tem o bico bem pequenininho e delicado, própria pra recém nascidos. Só que a dona Lorenza não curtiu muito e jogava a chupeta fora rapidinho. Então a vó Nice, foi lá e comprou uma chupeta enorme, que é a dita cuja que ela não larga e chupa até hoje rs. Esse modelo:
(imagem google)

Ela simplismente amou e ficava quietinha com ela. Gente, juro que não entrava na minha cabeça como Lorenza podia gostar de uma chupeta assim, enorme, que ia quase na gargantinha dela, além disso ainda tapa quase que o rostinho dela todo. E detalhe né, que sempre tem um pra perguntar "essa chupeta não é muito grande pra ela?" CLARO QUE É! Mas o que eu posso fazer? :/ Aqui em casa todo mundo apelidou a chupeta de bolotão da Lorenza, kkkkk. Mas então fui eu comprar aquela chupeta do bico achatado que é ortodôntica, 0-6 meses, tudo bonitinho e tal..

(imagem google)

(fotos dos raros momentos que Lorenza pega a chupeta)

A mãe doida aqui ainda foi e comprou de duas cores que era pra combinar com a roupinha (abafa rs), e adivinhem? Ela não pega a chupeta, não gosta! E eu juro que não queria que ela continuasse com a outra chupeta porque prejudica bem mais a dentição. :/
Help me? rs
Alguém aí já passou por isso? E será que é neurose de cabeça de mãe super protetora?

mimimi :(





quinta-feira, 30 de agosto de 2012


fikdik :)

2


Olá mamães, como estamos? Eu e minha boneca estamos ótimas, Lorenza cada dia mais sapeca e linda (maecoruja.com). Hoje eu vim com uma dica bem legal aqui para as mamães de meninas, como reaproveitar aquela roupinha batida que não serve mais e que não tem como doar. Bom, um casaquinho de plush da Lorenza infelizmente mofou, eu fiz de tudo e mais um pouco pra tirar o mofo, mas realmente não saiu. E como eu não gosto de dar roupa muito batida, eu resolvi reaproveitar o casaquinho e fazer uma faixinha de cabelo pra minha princesa. (segue a foto)


Fofa, né? Poisé, e muito fácil de fazer, o efeitezinho de cima nada mais é do que dois fuxicos, e pra arrematar coloquei um botão que também era do casaquinho. Fiquei feliz do casaquinho ter uma utilidade, já que ele ia pro lixo infelizmente :(' Lembrando que o plush é bem molinho e flexível, não machuca a cabeçinha.
Bom, é isso mamães um beeeijo e um ótimo restinho de semana pra todas nós!

domingo, 26 de agosto de 2012


Vale a pena ler...

4
Esses dias "passeando" pelos blogs das outras mamães, eu achei esse lindo texto e resolvi compartilhar aqui. Ele passa uma mensagem linda, e muita verdade... Fala do amadurecimento de quando se torna mãe, da dor e da delícia da maternidade, vale a pena ler!

“(…) Sabe, a chegada de um filho é uma transformação imensa na vida. Do primeiro filho, especialmente. Durante a gravidez, a gente imagina mas não dimensiona totalmente como a nossa vida vai mudar quando aquela pessoinha chegar do lado de fora. Aí o bebê chega, e tudo vira de ponta cabeça. A gente já não é mais o centro das atenções como era quando o bebê estava do lado de dentro, a gente tem saudades da barriga e da plenitude da gravidez, que é um momento que a gente se sente tão inteira, e o cansaço vem com tudo, o bebê acorda e acorda e acorda, chora, chora e chora, e a gente tem vontade de gritar de cansaço e se culpa porque afinal de contas como pode não ser 100% feliz com aquele bebê lindo saudável gostoso tudibom ali do lado né? Mas é flor, é assim. Somos humanas, somos contraditórias e cabe tudo dentro do peito. As vezes é assim mesmo, tudo ao mesmo tempo agora. Eu me lembro que quando as meninas eram pitiquinhas muitas vezes eu me fechei no banheiro e chorei, chorei de lavar a alma, de soluçar. Chorei porque tinha saudades de dormir a noite inteira, porque queria ser dona da minha vida de novo e escolher que hora ia comer e tomar banho sem ouvir um chorinho do lado de fora, chorei porque me sentia uma porcaria de mãe por estar chorando quando devia estar cheirando e curtindo minhas bebês. Chorei sem nem saber porque. Eu acho que esse sentimento é legítimo, é intenso, e a gente tem o direito de viver. Ter um filho, acolhê-lo nesse mundo, é uma transformação. E transformação dói, pq pra se transformar a gente precisa deixar-se morrer um pouquinho. Uma pessoa que você foi está morrendo pra dar lugar a uma nova pessoa que está chegando. E você tem todo o direito de chorar a perda dessa pessoa. Mas não se esqueça que a nova que está vindo aí será sem dúvidas uma pessoa mais forte, mais apaixonada pela vida, mais consciente, mais safa, mais segura, mais entregue, mais determinada e mais um montão de coisas que os filhotes trazem de presente pra gente quando chegam ao mundo. Crescer dói, flor. E a gente cresce um bocado quando vira mãe. E dói, mas é bom. Porque é como se a gente crescesse pra ser um pouquinho mais do que a gente pode ser, entende? É como se os filhos alargassem os nossos horizontes, fizessem a gente descobrir um tanto de coisas que a gente pode, que a gente é, e nem sabia. Eles fazem a gente melhor. Porque quando eles estão aí, a gente quer ser pra eles tudo o que puder ser, pq eles merecem isso e muito mais. E sabe de uma coisa? Eles crescem. Tão rápido, tão. Esses primeiros dias são tão cheios de transformação que às vezes a gente se sente meio esmagada, pensando que nunca mais vai ter a vida de volta, que nunca mais vai ter um tempo pra ser só a gente mesmo, sem ser mãe. Dá um desespero inconfesso lá no fundo do peito de pensar que aquele serzinho vai ser sempre tão dependente, tão grudado, tão precisado da gente pra tudo. E a gente, onde fica? Mas a gente redescobre o nosso espaço, isso vem com o tempo. Eles crescem tão rápido, muito mais rápido do que a gente está preparado para aceitar. Quando a gente menos espera, aquele bebezinho que só chorava e mamava e tantas vezes não aceitava outro colo que não o nosso cria outros laços, descobre o mundo do lado de fora, quer explorar, desvendar. E aí a gente fica do lado de cá com o tempo embrulhadinho pra presente, pra fazer o que quiser com ele. Então vem o aprendizado de novo, a gente saber voltar a ser só a gente. A vida dos pequenos é feita de fases. Umas são mais exigentes e a gente leva mais tempo pra se acostumar. Outras a gente se adapta rapidinho. Mas o melhor de tudo é que todas elas dão uma saudade imensa quando a gente olha pra trás. Eu sei que nesse começo a roda-viva é tanta que a gente sente mesmo como se eles sugassem a gente todinho, sem deixar nada. E eles sugam, mesmo. Mas devolvem depois. Uma imensidão de alegria e aprendizado e colorido que nem que a gente quisesse dava pra retribuir. Chora, flor. Chora tudo o que quiser, pede abraço, pede colo, pede ajuda. Tudo isso é direito teu. Teu e dela, porque vocês vão passar por isso juntas. E tudo isso vai fazer parte do caminho lindo que vocês estão começando a caminhar, de mãos dadas. E vai te acostumando com esse aperto no peito, insistente, porque é assim: a gente ama tanto que dói. E vai doer pra vida inteira, mas é uma dor boa. É uma dor de vida, de amar por inteiro. É dor de inteireza.”

quinta-feira, 23 de agosto de 2012


Toda sorriso...

0

Lorenza com 3 meses e 1 semana, soltando altas gargalhadinhas, coisa mais linda!

1º de agosto, conheci minha vó Cira! :)

1

Por causa da distância e do trabalho demorou um pouquinho pra Vó cira vir ver a netinha, mas depois que viu não queria desgrudar mais, hahaha.. acho que é "mal" de vó essa coisa de ser babona, rs. Titio Rafael veio junto, mas ele já conhecia Lorenza. Foi uma semana ótima e super agradável, a Cira trouxe várias fotos de quando o papai Daniel era bebê, e ficou todo mundo meio "bobo" porque é simplismente a Lorenza vestida de menino :O' o que vocês acham? rs


Só pra deixar registrado mesmo, porque quando minha pequena crescer eu quero que ela leia cada linha desse blog e veja o quanto é amada por todos! E que Vó Cira venha mais vezes nos ver! :)